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ANO 3 - Nº 09 - Fevereiro / 2007 |
Werner & Associados - Rua da Consolação, 3741 - 12º andar - 01416-001 - São Paulo - SP - Brasil
Tel.: 0055 (011) 3898-2918 - Fax: 0055 (011) 3085-7262 - e-mail newsletter@wernerassociados.com.br |
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PREZADOS LEITORES |
"A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido.
Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz." (S. Freud)
Estamos iniciando um novo ano, e como tal, todos nós assumimos compromissos profissionais e pessoais. Neste sentido, escolhemos o tema “O Indivíduo na Empresa Familiar” para a nona edição da newsletter Família & Negócios, primeira de 2007 e estreamos mais um canal de comunicação com nossos leitores, a W&A Responde, em que escolheremos uma pergunta dentre as diversas que recebemos a cada edição para compartilhá-las com vocês. E, para tanto, abordaremos o papel do indivíduo no contexto da empresa familiar, seus anseios, angústias, fases, papel, posição e expectativas.
Uma empresa familiar de sucesso não é somente entendida como aquela que tem êxitos nos aspectos tangíveis de suas realizações, e sim, aquela que consegue agregar ao longo de sua própria existência indivíduos como seres únicos e lhes proporcionar condições de atingir a felicidade, entendida como a capacidade de se auto-realizar e fazer-se realizar nos níveis pessoal e profissional.
Cada ser é um mundo em sua própria essência, cada indivíduo se destaca por suas próprias características, qualidades e defeitos, assim a variedade de perfis precisa ser considerada no desenvolvimento dos processos de Governança Familiar e Corporativa de uma Empresa Familiar. A busca da essência individual não pode comprometer a sociedade, mas é essencial compreendermos que o coletivo também não pode impor ao indivíduo limites na sua busca de realização, embora indivíduos sejam unidades que compõem um grupo.
O desafio de toda sociedade familiar é buscar um entrosamento entre o coletivo e o individual de forma que as necessidades de todos sejam atendidas e entendidas, assim como dar e receber em benefício do todo, um processo que precisa ser delineado e integrado nos aspectos tangíveis e intangíveis da empresa familiar.
René Werner |
NA MÍDIA |
ARTIGOS |
Concorrência pela
fortuna alheia
Capital Aberto
fevereiro/2007
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O que vale é o presente;
passado e futuro
são inimagináveis
Valor Econômico
fevereiro/2007
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Building Relationships
- Coaching Solutions for Family Business
by Jennifer East
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Acesse aqui e leia o artigo:

Conselheiros com sobrenome comum: boa ou má notícia?
Acesse! |
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W&A RESPONDE |
Até que ponto o comportamento de um integrante de uma empresa
familiar afeta a imagem corporativa desta empresa?
Questão enviada por:
Alfredo C. Glaser
Diretor GCA Serviços de Marketing
Escolhemos esta primeira pergunta de um de nossos leitores por ser uma questão que abrange muitos pontos, uma vez que é comum o mercado identificar nos proprietários a imagem da empresa e vice-versa.
Não se pode estabelecer um comportamento padrão na medida em que cada indivíduo é único, e sendo assim, o desafio está em compreendermos que as escolhas pessoais impactam na sociedade como um todo. Ao indivíduo é dada a definição do seu comportamento, a sociedade é dado o direito ou não de conviver com esta escolha.
A separação da gestão da propriedade é uma posição quase que universalmente aceita entre os consultores, porém é essencial considerarmos relevante o fato de que a percepção do mercado não faz esta distinção, e que um integrante da empresa familiar, seja ele ativo ou não na gestão, em muito implica na imagem corporativa da empresa familiar em questão.
Os pontos relevantes que mais impactam na imagem da empresa familiar se concentram nas especificidades do comportamento de cada um dos integrantes, considerando a sua relação com o meio empresarial, o meio ambiente, a dinâmica social e acima de tudo a ética para com a sua própria existência.
Não buscamos aqui dar uma receita do que é ou não aceitável no âmbito do comportamento humano, no entanto não podemos deixar de refletir que a responsabilidade da escolha é a única forma de manter-se de forma coerente na sociedade familiar e empresarial. As escolhas individuais que não encontram eco no seio da sua própria família dificilmente serão passíveis de serem aceitas pela sociedade. Neste sentido é essencial que a família, a empresa e a sociedade também demonstrem ser capazes de conviver com escolhas próprias, desde que as mesmas não ultrapassem os limites do que é plausível e não aceitável.
Para participar escreva para newsletter@wernerassociados.com.br |
EVENTO |
The Family Office Forum: Challenges in Wealth Management - 2007
Para conhecer a apresentação do evento
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